ENTREVISTAS E CONVERSAÇÕES

Água de beber

Os tempos dos corpos: cronobiologia e ritimos biológicos 

          Neste primeiro número do segundo ano da COMO ÁGUA PARA CIÊNCIA tivemos a honra conversar com o Professor Titular da USP, Luiz Menna-Barreto sobre temas que partem da cronobiologia e suas repercussões no entendimento de corpo individual e social até o colonialismo da ciência e os desafios do fazer científico no Brasil.

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          Luiz Menna-Barreto é docente do departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas da USP entre 1980 e 2005, e desde 2005 docente da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. Mestre e doutor em Ciências (Fisiologia Humana) pela Universidade de São Paulo em 1981, com Pós-Doutorado na Université de Franche-Comté, França em 1987. Livre-Docente pela Universidade de São Paulo em novembro de 2008 e Titular em 2009. Atua na grande área de Neurociências e Comportamento e na área específica de Cronobiologia. Orientador credenciado nos programas K"Neurociências e Comportamento"(I.Psicologia/USP) e : Estudos Culturais (EACH/USP). Atualmente é professor aposentado atuando na categoria "Sênior" na EACH/USP a partir de 2017. Em seu currículo lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: CRONOBIOLOGIA, CICLO VIGILIA/SONO, ADOLESCENTES, SONO, HUMANO, RITMO BIOLOGICO, ATIVIDADE LOCOMOTORA, CIRCADIANO, RITMO CIRCADIANO, ENSINO DE NEUROCIÊNCIAS E FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Bolsista de produtividade do CNPq de 2003 a 2006 (1D) e de 2006 a 2009 (1C) e de 2011 a 2015 (1D). Desde 2017 professor aposentado atuando como Professor Sênior na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo 

          Aproveite essa entrevista feita Anna Karenina Martins e ganhe tempo e vida com essa conversa.

          Apresentação do Professor Luiz Menna-Barreto por Anna Karenina Martins

          Professor Menna, você poderia nos falar um pouco da sua trajetória acadêmica.

          O que é Cronobiologia?

          Como foi o seu encontro com a cronobiologia?

          A cronobiologia me parece ser o encontro de áreas, um espaço onde só se consegue pensar de forma mais consistente a partir da interdisciplinariedade. Ou você considera a cronobiologia como um ramo da biologia?

         Que outras áreas podem vir a conversar quando a cronobiologia chama o assunto?

          Tem aspectos sociais que são mandatórios no nosso ritmo biológico. Hoje, com a falicidade de trocas no mundo todo, parece que estamos vivenciando uma "mesma" cultura, uma certa mistura de culturas. Como o você enxerga a interferência disso nos nossos ritmo biológico. 

 

          Você acha que a cronobiologia tem tido mais ressonância ultimamente em função da pandemia?

 

          Você tem outros elementos que te levem a pensar que essa colonização da nossa ciência vem diminuindo e que estamos tentando fazer uma ciência que atenda as nossas necessidades?

          Gostaria de chamar para essa conversa Paulo Freire e a sua ideia de esperançar.

          Gostamos sempre de pedir que o entrevistado nos deixe um sopro, uma brisa de esperança.

1 Apresentação do Convidado
00:00 / 00:22
2 Breve biografia
00:00 / 02:14
9 Sociedade do cançaso e Inspirações filosóficas
00:00 / 01:59
10 Contribuições da cronobiologia no Brasil
00:00 / 03:59
11 Ressonância da cronobiologia hoje
00:00 / 04:56
12 Fazer científico brasileiro
00:00 / 01:13
3 O que é Cronobiologia
00:00 / 01:36
4 Tempo e Pandemia
00:00 / 02:29
5 Encontro com a cronobiologia
00:00 / 02:11
6 Cronobiologia e interdisciplinaridade
00:00 / 02:02
7 Áreas chamadas a conversar com a cronobiologia
00:00 / 01:53
8 Raizes ancestrais
00:00 / 01:20
13 Fazer científico brasileiro II
00:00 / 03:22
14 Paulo Freire - Esperançar
00:00 / 04:11
15 Sopro de esperança
00:00 / 00:53